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Calheta Caminha Pelo Planeta

"Calheta Caminha Pelo Planeta"
19 de Março 20:30h - 21:30h
Inscrições até 15 de março

O Município da Calheta irá novamente assinalar a “Hora do Planeta”, com a segunda edição da caminhada noturna “CALHETA CAMINHA PELO PLANETA”, e convida toda a população do concelho a se associar e a participar.

Poderá fazer a sua inscrição através do site www.cmcalheta.pt, no link disponível para o efeito, ou do email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar., ou ainda através do telefone 291 820 200, até dia 15 de março. 
Por sua vez, a Autarquia irá ofertar uma t-shirt aos participantes adultos, e poderá levantá-la nos dias 17 e 18 de março, entre as 09h00 e as 16h00.

A caminhada noturna terá início junto aos Paços do Concelho, estando a concentração prevista para as 19h30, com o seguinte percurso: Edifício da Câmara Municipal da Calheta, com subida até à Rotunda da Via Expresso (Calheta), descida para a Marginal até ao Porto de Recreio e regresso ao ponto de partida. A Esquadra da Polícia de Segurança Pública da Calheta associa-se a esta iniciativa, marcando presença na caminhada e garantindo a segurança dos transeuntes.

Em simultâneo a iluminação pública entre as 20h30 e as 21h30, será provisoriamente desligada no espaço compreendido entre o final do Porto de Recreio, Marginal da Vila da Calheta até à Rotunda da Via Expresso (Calheta). Apela-se igualmente à população que se associe a esta causa desligando as luzes nas suas residências durante este período.

 

Esta ação tem como objetivo apelar à consciencialização da população e outras partes interessadas na adquisição de hábitos sustentáveis de combate às alterações climáticas, vindo de encontro à iniciativa a nível mundial da organização global de conservação de natureza WWF (World Wildlife Found).

 

 

 

Apresentação do livro "Uma aventura na Madeira"

Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada apresentaram no dia 1 de março, pelas 10:30h, no auditório do Museu de Arte Contemporânea a obra "Uma aventura da Madeira".


Aproximadamente 250 alunos, dos 5º e 6º anos, do Município receberam um livro autografado pelas autoras, oferta da Câmara Municipal da Calheta.


Esta iniciativa vai ao encontro do projecto de incentivo aos hábitos de leitura que esta autarquia pretende levar até às escolas, e que tem como objectivo despertar e motivar não só os alunos para esta temática, mas também toda a comunidade educativa.

 

          

 

   

 

Cerimónia de Homenagem ao Alferes Miliciano de Infantaria, natural do Arco da Calheta

Cerimónia de Homenagem ao Alferes Miliciano de Infantaria, natural do Arco da Calheta
Gabriel Rocha de Gouveia

Amanhã, 24 de fevereiro, pelas 17h, na Praça do Arco da Calheta, terá lugar uma homenagem pública a este militar, que morreu em combate na I Grande Guerra Mundial. A cerimónia será presidida por Sua Ex.ª o Sr. Representante da República para a RAM o Sr. Juiz Conselheiro Irineu Barreto.

Gabriel Rocha de Gouveia nasceu a 26 de setembro de 1887, na freguesia do Arco da Calheta, e faleceu em combate na I Grande Guerra, a 12 de outubro de 1917.

Era filho de Manuel Rocha de Gouveia e de Maria Augusta Soares de Gouveia. Casou com Albina da Cruz Moraes e teve uma filha, Dora Moraes Rocha. Residiu em Lisboa, na Rua Luciano Cordeiro n.º 10, 1º dt. Cursava o 3.º ano do curso de engenharia agrónoma quando foi mobilizado para o Corpo Expedicionário Português. Embarcou para a Flandres a 14 de abril de 1917. Foi ferido por gases em 14 de agosto desse ano, tendo tido alta e regressado às trincheiras, onde seria mortalmente ferido a 12 de outubro.

Aproximando-se a data do centenário da declaração de guerra a Portugal pela Alemanha, decidiu a CMC, em conjunto com o Núcleo do Funchal da Liga dos Combatentes, homenagear este Oficial Militar Calhetense, atribuindo-lhe a toponímia da Praça do Arco da Calheta que passará designar-se Praça Alf. Mil. Inf. Gabriel Rocha de Gouveia.

Dos madeirenses falecidos no conflito, há notícia de quatro, três oficiais e um cabo.Dos três oficiais mortos em combate, dois deles estão devidamente imortalizados, o Alferes Veiga Pestana e o Aspirante Mota Freitas. Ao 1º Cabo foi descerrada uma lápide no antigo quartel do Colégio. Com este ato fica imortalizado o terceiro oficial, natural da nossa terra, dando-se relevo a um militar calhetense que em França deu a vida pela sua Pátria!

Como curiosidade, resta-nos acrescentar que a esposa do Alferes vendeu a Quinta que tinha no Arco da Calheta, tendo doado parte dos bens dessa venda à Igreja para implementação da Rádio Renascença, uma vez que o fundador desta Rádio, Monsenhor Lopes da Cruz, fazia parte do círculo de amizades desta família.

Os interessados em aprofundar este assunto, poderão fazê-lo com a leitura do livro "A Verdade Madeirense e a Grande Guerra", da autoria da Dr.ª Graça Fernandes, sobrinha neta do Alferes, que nos honrará com a sua presença na cerimónia de amanhã.

 

 

       

 

 

 

  

 

 

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