Está aberta a época balnear na Calheta. O momento foi assinalado esta segunda-feira com o hastear da Bandeira Azul na Praia da Calheta, numa cerimónia que contou com a presença de diversas entidades regionais, entre as quais a Secretária Regional do Ambiente e Alterações Climáticas. Susana Prada elogiou as boas práticas ambientais dos calhetenses, lembrando que a qualidade do mar é o resultado dos bons hábitos em terra. A governante enalteceu ainda o trabalho da Autarquia no que respeita à boa gestão da sua rede de saneamento básico e águas residuais.

Já o presidente da Câmara Municipal da Calheta, Carlos Teles, lembrou que os resultados só são possíveis graças a um trabalho conjunto entre várias instituições, incluindo também as escolas. “Estamos todos focados no mesmo objetivo, o de valorizar a qualidade ambiental no nosso concelho e promover a Calheta turisticamente”, transmitiu, lembrando que este galardão também vem ajudar os investidores e os proprietários de infraestruturas hoteleiras e de alojamento local neste período de retoma. De resto, o edil aproveitou a presença de um representante do Governo para pedir que se afundasse uma embarcação na zona da Calheta, para promover ainda mais a prática do mergulho.

Por agora, estão garantidas outras novidades. Para além de uma nova marca, a Praia da Calheta conta este ano com um sistema inovador que mede a temperatura ambiente, a temperatura da água balnear e ainda a força das radiações ultravioletas, informação essa que estará disponível na página oficial da Câmara da Calheta. Os banhistas passam também a contar com duches na areia, com novos cinzeiros e com uma nova plataforma de acesso ao mar entre os dois lados da praia. Já os balneários passarão a ter água quente e serão abertos ao público oportunamente, consoante as recomendações das entidades regionais de Saúde. A esse respeito, é de salientar que foi adquirido equipamento especial para desinfetar espaços e equipamentos comuns, nomeadamente as espreguiçadeiras.

A Autarquia mantém também o serviço de eliminação de pragas com recurso a falcões, uma forma não invasiva de afugentar as gaivotas e os pombos da zona balnear, garantindo a qualidade da areia e da água.

Todo um investimento que o presidente da Câmara diz ter retorno, ou não fosse esta uma das praias mais procuradas na Região. “Estamos anualmente a renovar a nossa imagem, para que aqueles que vêm até cá se sintam cada vez mais confortáveis e agradados com aquilo que encontram aqui na Vila da Calheta”, concluiu Carlos Teles, desafiando todos os madeirenses a visitar o concelho e a praia de areia de amarela.

 

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